Análise
Vendo o vicejar pujante que pulula aqui febril
Tomo a lânguida idéia de tecer a tramas mil
E me posto em postura ao pleno ou pueril
Idealizo sentidos nunca pressentidos ou clamados
Clarões de texturas e sabores não- identificados
Labirinto erigido que compele a tais cuidados
Fujo pelo caminho do ninho da trapaça que ameaça
Numa estratégia de antever o tal descer da maça
Contornando o entorno do forno que me assa
Provo do que vem provar que este mar é armadilha
E torno em fortaleza a certeza de fugir da ilha
Da ousadia minha tardia covardia é filha
Escalando a farpa no topo da escarpa eu escapo
Sou completo, e decerto perto de um farrapo
Entro e saio do buraco e ainda não o tapo
Persistente é o ardil de um desvio traçado ao perto
Compro cada mapa e vou pelo vil e pelo certo
Ganho no que perco no cerco do indiscreto
E assim vou indo, pra que o fim chegue ao começo
Com início ao alcance da chance de um tropeço
Suplício vitalício vital pra vitoria que mereço
CARACAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!
ResponderExcluirPENA QUE NÃO DÁ PRA VOCÊ OUVIR MINHAS PALMAS...
ADOREI!!!!!
BEIJOS MIL!!!
Gràcias, señorita!
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