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O MAIS ANTIGO DILEMA
Quem sou eu pra entender
O mistério de amar você?
Caminho do destino
Sigo um risco tão fino
Coração pequenino
Pra todo esse querer
Existe jeito de traduzir
A regra que te fez surgir?
Ao escutar este sino
Regredido a menino
Em total desatino
Saio a lhe perseguir
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Alguém poderá me explicar
Por que preciso te amar?
Sentimento só cresce
E a tudo adormece
Nem o tempo arrefece
Esse meu precisar
Terei um dia exata noção
Do que me levou ao chão?
Do que não envelhece
Não escuta minha prece
Nunca desaparece
E nem me dá sua mão
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Como dominar o espanto
Que, assustado, acalanto?
Admiro seu jeito
Errado ou direito
Pressão em meu peito
Contida num canto
Há rota pra sair desta ilha
E fugir da armadilha?
Ou o mal já está feito
Me conformo e aceito
A cama onde deito
Nesta minha Bastilha?
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Pra que precisei descobrir
O tudo que não posso atingir?
E sempre te espero
Sem ti nada quero
Luto e me esmero
Só pra fazê-la sorrir
De que modo eu escaparia
Da única restante alegria?
Sempre me desespero
E em seguida supero
Assim que me recupero
Cai mais água fria
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De que modo chegou tão fundo
E se tornou todo meu mundo?
Seu olhar necessito
Pra calar esse grito
Que na alma repito
A cada segundo
Por que deixei se infiltrar assim
Essa força que não tem mais fim?
Desejo infinito
Até seu feio é bonito
Um mundo sem ti é esquisito
Não serve pra mim
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Qual é o remédio que cura
Este vício, esta ditadura?
Te tocar me faz vivo
Meu único objetivo
Meta que mais cultivo
E que jamais me satura
Onde posso me esconder
Da necessidade de te ver?
Sou pleno passivo
Só tenho um motivo
Exclusivo, definitivo
E que preciso conter
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Onde mais posso ter o conforto
Que revive um coração morto?
É vital estar bem perto
E de razão sou coberto
Seu errado é meu certo
E meu direito, seu torto
Saberei viver longe de quem
Me faz tão mal e tão bem?
Sinto-me um nada, um feto
Mero descartado objeto
O que dizer? Fico quieto
Melhor com dor do que sem
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Quando haverá mudança
No ritmo desta dura dança?
Algo que a suavize
Talvez me realize
Ou então cicatrize
A ferida da lança
Vale à pena a expectativa
De voltar a ter mente ativa?
Que corrija meu deslize
Que me “des-hipnotize”
Que dê fim a esta crise
E tudo vire lembrança
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Ter você é o que espero
Esquecê-la é o que quero
Fugir de onde caí
Não mais preso aqui
Recuperado ex-zumbi
Algo mais que um zero
Me perdoe, e me solte
Me dê vida, minha morte
Desde que a vi
Nunca mais lhe esqueci
Caixa de Pandora que abri
E acabou com minha sorte
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Todos conhecem o esquema
Solução que se torna problema
Aposto que você, paixão
Conheceu igual situação
Também quis sair da prisão
E entende este meu dilema
Me ame ou me esqueça
Faça com que algo aconteça
Com suavidade ou pressão
Chutando ou me dando a mão
Abra para mim um portão
Por onde a coisa desapareça...
...Antes que eu enlouqueça!
Estou Voltando!
Há 7 anos
CARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAACAAAAAAAAAAAAAAAAA!!
ResponderExcluirQue foi isso Alessandro????
Uma bomba????
Estupendo!!!
Estrondoso!!!
Que delícia de ler...dor e amor tão unidos...retratados aqui de uma maneira sublime!
CLAP...CLAP...CLAP...CLAP...CLAP...CLAP........
Se esmerou amore...
Parabéns!
Beijo e abraço carinhoso de sua fã n° ZERO!
Eu
Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee é nóis na fita, mano, tá ligado?
ResponderExcluiré o seguinte, dezenove não é vinte
acha q só tu sabe poemar? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
tá tirando a favela mano? tá ligado q aqui nas quebrada o buraco é mais imbaxo, vai veno kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee fã nº1 na "ária"
te dou 1 conto se souber quem tá falano véi????