MANIFESTO
Tudo o que sobre ela digo não me satisfaz:
Que culpa tenho eu se a acho linda demais?
Tentei esquecê-la por um segundo ou mais...
Não fui capaz!
Tudo o que sobre ela digo não é suficiente:
Que culpa tenho eu se a acho tão atraente?
Se é doença venerar um outro ser vivente...
Estou doente!
Tudo o que sobre ela digo é a simples verdade:
Que culpa tenho eu se ela é a suprema beldade?
Tivesse eu o poder de manipular a realidade...
Ela seria minha metade!
Tudo o que sobre ela digo ainda é muito pouco:
Que culpa tenho eu se ela quase me deixa louco?
Se duvidarem, estes versos vou gritar em troco...
Até ficar rouco!
Tudo o que sobre ela digo é o que minha visão me diz:
Que culpa tenho eu se meus olhos a elegeram miss?
Em meu palco ela será sempre a principal atriz...
Em um eterno bis!
Tudo o que sobre ela digo é mero uso de adjetivo:
Que culpa tenho eu se o seu sorriso me fez cativo?
Sua existência já é suficiente razão pra estar vivo...
Sim, me dá motivo!
Tudo o que sobre ela digo não faz jus à incrível beleza:
Que culpa tenho eu em conhecer tal triunfo da natureza?
Se de repente fossem aqui instituir uma linha de realeza...
Ela seria princesa!
Tudo o que sobre ela digo é como uma pequena e solitária ilha:
Que culpa tenho eu se o destino me jogou nesta armadilha?
Agradeço aos deuses por nos enviarem sua mais bela filha...
Que em meus olhos brilha!
Sabe Sr Alessandro...
ResponderExcluireu particularmente adoro esse seu lado "NOCIVO" de ser,rsrsrsrsrsrs!
Adoro seus poemas my friend!
Beijo Atlanteano em vc...
essa chuvinha me inspirou,rsrsrsrsrs!
Tua fã número Zero
Eu